Rachel Gomes é uma fonoaudióloga brasileira graduada em Fonoaudiologia pela Universidade Veiga de Almeida/RJ (2018) e soma Especialização em Gerontologia pelo Instituto Albert Einstein/SP (2020). Natural do Rio de Janeiro (RJ), ela escolheu a Fonoaudiologia porque une educação e saúde – duas áreas que sempre fizeram parte de sua essência profissional. Também por ser uma profissão que transforma vidas por meio da comunicação, algo essencial para a dignidade e autonomia humana.
Seu interesse pela Fonoaudiologia começou ainda quando atuava como professora de Educação Infantil, ao perceber que muitas dificuldades de aprendizagem estavam diretamente relacionadas à comunicação e linguagem. A partir dessa vivência, decidiu seguir um caminho que lhe permitisse intervir de forma mais ampla e técnica nas diferentes fases da vida.
Durante a graduação, encontrou na prática hospitalar seu principal campo de atuação, passando a trabalhar diretamente com pacientes neurológicos e idosos. Foi nesse contexto que se aprofundou no manejo da disfagia, condição frequentemente associada a doenças, como Acidente Vascular Cerebral (AVC), Mal de Parkinson e Alzheimer.
Na prática clínica, sua atuação é voltada à prevenção de complicações graves, como broncoaspiração, desnutrição e infecções respiratórias, contribuindo para a redução de hospitalizações evitáveis e para a melhoria dos desfechos clínicos dos pacientes.

Atuação diante de um cenário de envelhecimento acelerado
O envelhecimento populacional é uma das principais transformações da saúde contemporânea. No Brasil, a projeção é que, até 2030, o número de idosos supere o de crianças e adolescentes, aumentando a demanda por profissionais capacitados para lidar com alterações relacionadas à comunicação, cognição e deglutição.
Nesse contexto, Rachel direciona sua atuação ao cuidado de idosos, pacientes pós-AVC, pessoas com doenças neurodegenerativas e quadros de presbifagia — alterações naturais do envelhecimento que podem evoluir para condições de risco sem acompanhamento adequado.
“Trabalhar com Gerontologia é atuar em uma das áreas mais necessárias da saúde atual. É promover segurança alimentar, autonomia e qualidade de vida em uma população que cresce a cada ano”, destaca a profissional.
Formação e atuação especializada
Além da especialização em Gerontologia, Rachel investe continuamente em formação nas áreas de disfagia, neurologia e cuidado ao idoso. A brasileira soma capacitações em eletroestimulação aplicada à Fonoaudiologia, recursos terapêuticos respiratórios e abordagem clínica em pacientes neurológicos complexos.
Também realizou formações pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz Brasília), com foco em síndromes geriátricas, cuidados paliativos e atenção integral à pessoa idosa, além de cursos em instituições como UFPEL e UFOP, voltados ao cuidado domiciliar e à atenção básica. Sua trajetória inclui ainda participação em eventos científicos e vivência em instituições hospitalares de referência, consolidando uma prática baseada em evidências e atualização constante.

Consolidou também uma base robusta em atenção integral à saúde da pessoa idosa, com múltiplas formações pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz Brasília), abordando síndromes geriátricas, avaliação multidimensional, linha de cuidado integral, cuidados paliativos e estratégias na atenção primária à saúde. Realizou ainda uma formação em abordagem domiciliar em cuidados paliativos pela Universidade Federal de Pelotas (UFPEL) e em atenção às condições neurológicas na atenção básica pela Universidade Federal de Ouro Preto (UFOP) – competências diretamente alinhadas à expansão do cuidado domiciliar e à redução de hospitalizações evitáveis.
Sua formação inclui também treinamentos especializados em disfagia e neurociência pelo Núcleo de Estudos e Serviços de Fonoaudiologia Elizabeth Ribeiro (NEFEG/RJ), além de participação em eventos científicos relevantes, como o Congresso Brasileiro de Fonoaudiologia Hospitalar, e jornadas em instituições, como o Hospital Barra D’Or, Hospital Naval Marcílio Dias e Hospital Federal dos Servidores do Estado, fortalecendo uma atuação clínica baseada em evidências.
Esse conjunto de experiências e qualificações posiciona a profissional como atuante na redução de riscos clínicos, na promoção de um envelhecimento mais seguro e otimização do cuidado em saúde, especialmente para populações vulneráveis.
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Foto de capa: Arquivo pessoal/Divulgação.
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Jornalista profissional (nº 4270/CE) preocupada com questões raciais, graduada pela Universidade de Fortaleza (Unifor). É pós-graduanda em Comunicação 5.0: Inteligência Digital e Novos Ambientes Comunicacionais pela Universidade Potiguar (UnP). É Gestora de mídia e pessoas; Fundadora, Diretora Executiva (CEO) e Editora-chefe do Negrê, o primeiro portal de mídia negra nordestina do Brasil. É autora do livro-reportagem “Mutuê: relatos e vivências de racismo em Fortaleza” (2021) e do livro de poesias “Relicário das coisas simples” (2025). Em 2021, foi Coordenadora de Jornalismo da TV Unifor. Em 2022, foi indicada ao 16º Troféu Mulher Imprensa na categoria “Jornalista revelação – início de carreira”. Em 2023, foi indicada ao 17º Troféu Mulher Imprensa na categoria “Região Nordeste” e finalista no Prêmio + Admirados Jornalistas Negros e Negras da Imprensa Brasileira em 2023 e 2024. Soma experiências internacionais na África do Sul, Angola, Argentina e Estados Unidos.




